.: Baladas :.
 
Entrevistas


   .: Revolucionnários

     Após quase um ano de espera, os fãs de Champignon puderam conferir o som de sua nova banda: Revolucionnários. A apresentação dos caras rolou no Sincinato Rock Bar, em São Caetano do Sul, dia 21 de janeiro.

    
Com a casa cheia, e um repertorio de 14 músicas, o show foi repleto de empolgação, Beat Box e Rock and Roll.

     Champignon respondeu ao Naboa tudo sobre o início de sua nova trajetória!!

NaBoa - Como foi  retornar aos palcos depois de 11 meses afastado?

Champignon - Foram 11 meses pensando como seria o primeiro show dos Revolucionnário s, morrendo de saudade do barulhão, de ver a galera agitar , pular e toda aquela bagunça. Minha maior preocupação era como eu iria reagir como orador, um segundo antes de subir a escadinha do Sincinato ainda tinha o receio, mas quando me deparei com a galera a ansiedade passou, na hora soube exatamente o que fazer, catei o baixo, fui até o microfone e falei " Tava doente durante esses onze meses trancado, AGORA O BICHO TÁ SOLTO" . Comecei o novo grito de guerra "Yow, Yow, Revolucionnários" e o coro da galera foi crescendo até eu ver o circo pegando fogo pela primeira vez!!!!! Ver todo mundo gritando o nome da banda, foi inesquecível. Daí pra frente foi maravilhoso, surpreendente!!

 

NaBoa - Qual a impressão que todos vocês tiveram dessa primeira apresentação?

Champignon -  A impressão que tivemos foi que ali estava nascendo mais um gigante...

Claro que temos muito trabalho pela frente, mas no que depender da banda, estamos prontos pra enfrentar qualquer parada.

 

NaBoa - O que mais surpreendeu vocês?

Champignon - A reação da galera que foi maravilhosa

 

NaBoa - E os preparativos do show. Como foi o dia-a-dia da banda até a apresentação?

Champignon -  Muita preocupação com relação à execução mais perfeita possível. Claro que esses onze meses foram de preparação e muito trabalho, ensaios intensos de segunda a sexta,
e com isso cria-se uma ansiedade pra ver a coisa começar logo. O que é algo natural. Mas quando chega o dia de todo o trabalho feito ser concretizado, nesse momento a gente concluiu, “Agora somos uma banda de verdade!!”... Porque até um primeiro show, uma banda não existe.

 

NaBoa - Já existem outras datas marcadas?

Champignon - Começamos a marcar shows agora, mas já temos shows marcados em Porto Alegre , Curitiba e mais algumas cidades do Sul, até onde eu sei, Porque algumas datas precisam ainda serão confirmadas. Mas, logo mais estaremos tocando em São Paulo , Santos, Rio de Janeiro e outras capitais do País. 

 

Naboa - Quando será lançado o álbum " Retratos da Humanindade ". E porque esse título?

Champignon - O single " Revolucionnários " começou a rolar nas Rádios de São Paulo, Rio de Janeiro, Santos, Curitiba, Recife, Vitória, Belo Horizonte no dia 11 de Janeiro, mas o CD deve estar nas lojas até a primeira semana de março.

O álbum leva esse título pelo momento que se vive, de um ponto de vista analítico. Trata de vários valores da humanidade, entre eles, políticos, sociais, pessoais, familiares..mas sempre enfatizando uma revolução que traz o bem, com mensagens de um conceito de quem já passou por várias camadas da sociedade, da mais hipócrita a mais humilde, da mais rica a mais miserável...

 

NaBoa - A música já tocou nas rádios e o videoclipe já estreou na MTV.  Já deu para receber um retorno da galera?

Champignon - Apesar de o single e o clipe estarem rodando há muito pouco tempo, já deu para sentir que a galera ta amarradona no trampo novo! Mas acho que um retorno mais concreto, em grande nível popular, só com muito trabalho, e essa bagagem é só o tempo que traz...

 

Naboa - Porque escolheram " Revolucionnários " para ser a PRIMEIRA música de trabalho?

Champignon - Porque essa música representa bem o conceito da linguagem, e a atitude da banda.E também traz o novo grito de guerra " yow, yow Revolucionnários "...

 

 

NaBoa - O videoclipe contou com a participação de dezenas de fãs. Como foi essa experiência?

Champignon - A princípio desenvolvi o roteiro e esse roteiro incluía uma galera, e pra passar uma coisa verdadeira ao objetivo do clipe, tinham que ser pessoas que realmente tivessem o mesmo conceito da proposta que a banda queria passar. E só os fãs poderiam representar isso da melhor maneira.

Foi inesquecível tanto para os fãs quanto pra banda " aquele dia foi demais ".





Jamili Lima da Silva
www.naboa.com.br

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